Pessoas primeiro, clientes depois

Em uma sociedade volátil como a nossa, o mercado e a forma de comprar mudam com muita facilidade. Novas tendências de mercado nascem e morrem e novas formas de consumo mudam toda a opinião pública, mas existe algo que é seguro dizer que veio para ficar: a experiência de consumo personalizada.

No seu dia a dia, o consumidor é bombardeado por por comunicação. Quando assiste TV durante o café da manhã, quando entra no transporte público, quando usa alguma rede social, basicamente o tempo todo. O volume de comunicação é muito alto para uma pessoa digerir, então ela acaba se tornando apenas um ruído. Mas e se a comunicação for personalizada para esse consumidor?

No final do ano, o Spotify criou a campanha “Obrigado, 2016, foi esquisito”. Todas as situações descritas na campanha (como a “Querida pessoa que ouviu “Sorry” 42 vezes no dia dos namorados, o que você fez?”) aconteceram com usuários reais do serviço. O consumidor, neste caso, deixou de ser apenas consumidor e se tornou parte da marca.

Se pensarmos no consumidor primeiro como pessoa, entendendo seus hábitos, do que gosta, como compra e como consome mídia, conseguimos criar uma comunicação personalizada para aquele consumidor. Com isso, ele deixa de sentir que está presenciando um monólogo porque a comunicação foi feita pensando nele, utilizando um processo de pesquisa que leva em conta que ele é um indivíduo.

Essa tendência é muito mais do uma nova forma de se comunicar, é uma revolução no mercado. As relações entre consumidores e marcas estarão mais próximas do que nunca e todos nós deveríamos nos preparar para isso.

 

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